Pearl River


China’s Textile Industry: How Dirty Are Your Jeans?
December 7, 2010, 4:59 pm
Filed under: China

This is a very interesting article about mainland textile towns and all the pollution involved in the production of jeans and bras that people use all over the world. Greenpeace has been there and the photos are quite enlightening.

“The town of Xintang is known as “The Jeans Capital of the World” and produces over 260 million pairs of jeans annually. They make 40% of the jeans sold in American every year, and account for 60% of China’s total jeans output. Many children and elderly take part in the production, clipping loose threads for 0.15 yuan per pair (about 30 yuan per day.)

Gurao is known as “the capital of sexy” and produced more than 200 million bras last year. Children take part here as well, attaching bra straps to machine accessories for 0.30 yuan per 100 straps, which can earn them 20 to 30 yuan per day.

Tests on local rivers in both towns found five heavy metals (cadmium, chromium, mercury, lead, and copper) in 17 out of 21 samples taken. Cadmium concentrations were 128 times higher than Chinese environmental limits. Locals complain that they can no longer drink the water and the fish have disappeared.”



Reading

“The Great Wall and the Tiananmen Legacy” is a book by the portuguese author Raquel Vaz-Pinto that talks about China and human rights. I’m reading it and when I finish it I will write about it here.



Interview with Liu Xia
December 7, 2010, 11:14 am
Filed under: Uncategorized

Liu Xiaobo’s wife talked with The New York Times before the Noble Prize was given to the chinese activist. In this interview, Liu Xia gives her opinion about the real country, the one tourists don’t see when they visit China. Watch it here.



Pá Hai Ta
March 12, 2010, 1:32 pm
Filed under: China | Tags: ,

É mais ou menos assim que soa a versão chinesa do meu nome, que a Alice e o Kelvin (adaptações ocidentais dos nomes destes companheiros chineses de redacção) gentilmente fizeram favor de criar. Sim, porque isto de transformar um Hélder Beja ou um Marcelino Antunes qualquer num cidadão com nome chinês é mais ou menos como inventar uma receita nova.A minha significa qualquer coisa como “branco virtuoso com flores” – claro que esta tradução é altamente subjectiva, pelo que me explicaram os amigos orientais.

De resto, a tradição do cartão pessoal na China é conhecida. Toda a gente tem, toda gente dá. Dá com as duas mãos, uma em cada ponta do papelito, reverentes. E um tipo deve recebê-lo da mesma forma, lê-lo e só depois guardá-lo.



blogues de livros e sanidade mental
March 1, 2010, 3:45 am
Filed under: China, da literatura, Macau | Tags: , , ,

Quando me meti no avião para Macau, decidi que deixaria de ler os blogues literários portugueses a partir daquele dia. 2009 foi um ano de muitos livros mas, principalmente, de torrentes de informação sobre livros. Tem sido bom descansar disso.

Os tempos agora fazem-se de leituras sobre Macau e a China. “Os Últimos Cem Dias do Império”, de José Pedro Castanheira, e “China – Uma História Cultural”, de Arthur Cotterell, são a companhia do que sobra dos dias.

Quando calhar voltarei a passar pelos Blogtailors, pela Ler e pela OML, para saber que pasa. Para já, poucas saudades.



O segredo está na cozinheira
February 24, 2010, 8:09 pm
Filed under: Artigos, entrevistas, Macau | Tags: , , ,

– O que é que as pessoas gostam de comer aqui?
AJ – Os portugueses gostam de minchi com ovo estrelado, feijoada, polvo guisado, bacalhau feito à portuguesa, à brás ou à minhota. Os chineses, alguns provam as nossas comidas, outros pedem pratos mais parecidos com o que estão habituados.

– E a dona Aida, quando toca a comer, do que é que gosta?
AJ – Eu? Vejo todos os dias esta comida, já estou farta, quase que não como. Como pão com qualquer coisa. Já não me lembro se tinha algum prato favorito. Agora faço mas não como (risos). Bem, na realidade são os cozinheiros que fazem, eu só provo os pratos, dou indicações. Eles estão cá há muitos anos, sabem trabalhar bem.

Muito prazer me deu entrevistar Aida Jesus, ou dona Aida, rosto da cozinha macaense aos 94 anos. Apesar do português lhe sair tremido, tem histórias para contar que nunca mais acabam. Os velhos tempos do Hotel Lisboa, a Revolução Cultural e os ecos da II Guerra em Macau. A feijoada que comi no restaurante Riquexó, onde ainda é uma espécie de ‘chef executiva’, é coisa para ver dez livros. Para ler na íntegra aqui.



pessoas I
February 24, 2010, 8:45 am
Filed under: da câmara, Macau | Tags: ,




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